Lourdes Ferreira

Todos os dias vamos ao supermercado fazemos nossas compras, embalamos em sacolas plásticas. Em casa produzimos mais um centena de lixos recicláveis e não recicláveis e fica a pergunta, o que fazer com todo este lixo?

Em Mauá não temos coleta seletiva, portanto, como moradores conscientes ou não, somos obrigados a colocarmos nossos lixos em sacos plásticos e depositarmos em nossas lixeiras para que sejam coletados por uma empresa contratada pela Prefeitura. Logo todo este lixo é levado para um aterro sanitário localizado no bairro Sertãozinho e assim forma-se uma cadeia de destruição ambiental.

É a isto que chamamos de cuidado com o meio ambiente? É dessa maneira que os governantes querem uma cidade limpa e que ofereça a seus habitantes qualidade de vida? Creio que estamos longe de sermos um país que respeita o meio ambiente, se não conseguimos implementar sistemas simples como a coleta seletiva, o que dizer de preservação das nossas matas, rios, áreas de mananciais?

Quem sabe um dia conseguiremos de fato preservar o meio ambiente para que possamos assim viver em um mundo melhor!

Lourdes Ferreira
Em mais uma visita pelo Parque Mário Covas, cravado em meio a mais bela das avenidas de Sampa, a nossa charmosa Paulista, houve um momento de surpresa, logo de cara percebi alguns painéis que chamaram minha atenção. Chegando mais próximo a eles, fiquei um tanto quanto encantada pelo que estava sendo mostrado: uma série de pinturas e dizeres que impressionaram pela qualidade e perspicácia de seu autor, o arquiteto urbano Adriano Carnevale Domingues.

O título da exposição: "Até que arte nos salve", que induz a pessoa que está apreciando os painéis a refletir sobre o que está sendo vivido nos tempos atuais em nossa sociedade que encontra-se cada dia mais capitalista, individualista, preconceituosa e superficial.

Tenham um pouco da mostra desta exposição: